Congelar alimentos tem sido uma prática comum nos últimos tempos. Muitas pessoas utilizam esse recurso para evitar que a comida estrague e seja desperdiçada. Além disso, uma rotina muito corrida faz com que essa medida traga mais praticidade para o dia a dia. Assim, as pessoas podem montar uma programação alimentar e investir em uma maior qualidade de vida, preparando uma dieta mais saudável.

Para aprender algumas dicas sobre o assunto, não deixe de ler o post a seguir:

Tome cuidado com o que não pode ser congelado

Quase todos os alimentos podem ser congelados com segurança para serem consumidos depois. Logo, o mais importante é conhecer aqueles que não podem passar por esse processo por perderem seu sabor e suas características, como:

  • alimentos em creme, como iogurte, maionese e creme de leite;
  • batatas;
  • folhas, como alface, rúcula e espinafre;
  • gelatinas;
  • ovos;
  • pudins;
  • queijos cremosos.

Já os demais alimentos, de maneira geral, podem ser congelados sem prejuízos.

Essa é uma boa ideia para quem cozinha em casa e quer deixar alguns pratos já preparados, evitando comer os congelados industrializados — que são ricos em sódio e outras substâncias.

Contudo, é melhor tomar alguns cuidados específicos com cada tipo de alimento. As frutas, por exemplo, devem ser congeladas sem casca nem caroço, enquanto as carnes cruas devem estar frescas e sem tempero para ir ao freezer.

No caso de legumes e verduras, o mais indicado é fazer o processo de branqueamento para que não percam os seus nutrientes. Para isso, deve-se cozinhar esses alimentos no vapor e depois colocá-los em um recipiente com água gelada antes de levá-los ao congelador.

Escolha uma embalagem adequada para congelar alimentos

Uma das principais precauções deve ser prezar pela qualidade da embalagem. Dessa maneira, você garante que os seus alimentos serão armazenados com segurança para que você possa consumi-los depois.

Os potes de plástico costumam ser os mais utilizados na hora de congelar alimentos em casa. Contudo, você deve saber que é importante escolher aqueles que sejam livres de substâncias tóxicas e que façam mal para a saúde  — como o bisfenol A, conhecido como BPA.

As travessas de vidro também podem ser uma boa opção, assim como os sacos plásticos para congelamento encontrados nos supermercados. O ideal é verificar se o material resiste a baixas temperaturas e não permite o contato do alimento com o ar do congelador.

Saiba o prazo para consumir e outras dicas

O tempo que cada alimento poderá ficar congelado vai depender da sua natureza. Os alimentos crus, como as carnes, normalmente podem ficar até 1 ano congelados sem estragar.

Mas, quando se trata de uma comida já preparada, é recomendado que ela seja consumida em até 1 mês depois do congelamento ou, no máximo, em 3 meses.

Existem ainda outras dicas práticas que podem facilitar todo o procedimento, como:

  • nunca congele o alimento novamente após ele ter sido descongelado;
  • cuidado com os temperos, pois o congelamento tende a apurar os sabores;
  • separe porções de acordo com o que pretende consumir para evitar desperdícios. Por exemplo: não congele uma peça inteira de carne se você vai consumir 1 ou 2 bifes por dia. Opte pelos pedaços já cortados;
  • dê preferência para descongelar os alimentos deixando-os na geladeira por algumas horas em vez de colocá-los sempre no micro-ondas;
  • para não ter dúvidas, coloque etiquetas com a data de congelamento de cada alimento.

Enfim, tomando certos cuidados é possível congelar as suas refeições e variar as receitas para que você não acabe enjoando de comer sempre a mesma coisa. Inclusive, pode ser uma boa separar um tempo em um dia mais tranquilo para cozinhar, até mesmo como uma terapia.

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