Embora cuidar da saúde deva ser uma preocupação em qualquer fase da vida, a alimentação saudável para idosos merece atenção por trazer muitos benefícios. Com o metabolismo mais lento, a absorção de nutrientes tem que ser reforçada para preservar uma boa qualidade de vida na terceira idade.

Para isso, medidas muito simples podem ser tomadas no dia a dia, contribuindo para o bem-estar e a prevenção de problemas. Afinal de contas, quem é que quer prejudicar o próprio organismo, não é mesmo?

A seguir, aprenda dicas valiosas para ter uma saúde duradoura.

1. Não fazer jejuns prolongados

Alimentar-se de 3 em 3 horas ou, pelo menos, não espaçar demais o tempo entre as refeições, é fundamental para manter o organismo ativo. Pequenos lanches entre café da manhã, almoço e jantar são importantes, inclusive, para evitar que a fome acumulada provoque um exagero na próxima refeição.

Além disso, quando ficamos muito tempo sem comer, o corpo entende que precisa estocar a gordura como fonte de energia, o que pode levar à obesidade.

2. Dar preferência a alimentos naturais

Guloseimas podem ser tentadoras, assim como os produtos industrializados, que são atraentes pela sua praticidade. Mas é essencial entender que o valor nutritivo dos alimentos naturais, frescos e preparados em casa, é muito maior.

Logo, a rotina alimentar deve dar preferência a grãos, frutas, legumes e verduras. Sempre que possível, invista em alimentos orgânicos, que são mais saudáveis e saborosos. A partir disso, monte um cardápio variado, colorido e rico em vitaminas, minerais, fibras, proteínas e carboidratos.

3. Reduzir o sal e o açúcar

Temperar as refeições ou preparar receitas frequentemente requer o uso de algumas substâncias, como o sal e o açúcar. Contudo, quando consumidos em excesso, esses dois ingredientes aumentam a propensão a doenças graves, como hipertensão e diabetes, por exemplo.

Então, é sempre bom evitar qualquer tipo de excesso, reduzindo e controlando a quantidade das substâncias citadas, além de outras, como gorduras e álcool. Para temperar, o melhor é utilizar os alimentos naturais (alho, cebola, ervas aromáticas) e procurar por opções de receitas que não levem tanto açúcar.

A internet pode ser uma grande aliada no momento do preparo, até mesmo oferecendo boas alternativas de cursos na área de alimentação saudável.

4. Investir em ferro, cálcio e vitamina C

Embora todos os tipos de nutrientes saudáveis sejam importantes, alguns são especiais para a alimentação saudável dos idosos. O cálcio, presente no leite e nos seus derivados, auxilia a manter os ossos mais fortes e a prevenir a osteoporose, doença comum na terceira idade.

Já o ferro atua no transporte de oxigênio para as células, e a sua deficiência (conhecida como anemia) causa falta de disposição e fraqueza. Essa substância pode ser encontrada em folhas verde-escuras, carne vermelha e feijão.

Para completar, a vitamina C favorece o sistema imunológico, aumentando a proteção contra doenças corriqueiras, como gripes, alergias e resfriados. Por isso, é ótimo incluir frutas como o kiwi, a acerola e a laranja no cardápio, principalmente na forma de smoothies e sucos funcionais.

5. Hidratar-se sempre

Beber água é tão importante quanto manter uma boa alimentação. Sucos, refrigerantes ou outros líquidos jamais podem substituir a água natural. Ela é purificante, ajuda a desintoxicar o organismo e mantém o nosso corpo sempre hidratado.

Inclusive, a hidratação da pele contribui para a prevenção de sinais de envelhecimento, como as rugas. A medida recomendada dos 2 litros diários deve servir como referência para afastar a possibilidade de desidratação. Mas, na verdade, a quantidade é variável de acordo com cada pessoa, considerando-se idade, peso, ambiente entre outros fatores.

6. Procurar orientação profissional

Por mais que dicas valiosas sejam úteis para o dia a dia, o ideal é procurar um profissional especializado para fazer uma avaliação. Cada pessoa possui uma estrutura e necessidades diferentes e, na terceira idade, as deficiências alimentares podem ser ainda mais prejudiciais.

Nesses casos, a prescrição de um suplemento alimentar poderá ser uma boa alternativa. Portanto, vale a pena marcar uma consulta com um nutricionista para fazer exames, montar uma dieta individualizada e tirar todas as dúvidas possíveis.

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